Foi a falta de chuva que prejudicou a segunda safra de feijão na Bahia. De acordo com o agrônomo Rogério Abreu, a expectativa era que pelo menos 400 milímetros de chuvas caíssem de maio até agosto.
“Pelo o que temos contabilizado, hoje estamos em torno de 200 milímetros e algumas regiões até abaixo disso”, relata. A primeira ocorre na região de Irecê e vai até o mês de março. No nordeste baiano estão concentradas as principais cidades produtoras do estado. A região deve colher pouco mais de 50 toneladas de feijão carioquinha, 70% a menos que na segunda safra do ano passado.
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