Busca

domingo, 11 de setembro de 2011

Fantasma do radicalismo petista é teste para Dilma

Lula, Dirceu e Dilma no congresso do PT: ela não deu sinal de que pretende lançar mão da proposta, mas ainda restam quarenta meses de governo Lula, Dirceu e Dilma no congresso do PT: ela não deu sinal de que pretende lançar mão da proposta, mas ainda restam quarenta meses de governo O Congresso do PT, realizado no último fim de semana, em Brasília, reforçou uma divergência que tem se mantido desde que o partido chegou à Presidência da República, em 2003. De um lado, uma legenda que defende a implementação do socialismo, como se o muro de Berlim não houvesse caído. De outro, um governo de perfil moderado, mas que volta e meia cede à pressão da militância.

Esse hiato se apresenta em vários temas. O partido que demoniza as privatizações comanda um governo que vai terceirizar a gestão de aeroportos. A legenda defende a legalização do aborto, mas a presidente Dilma Rousseff se comprometeu a não trabalhar para isso. O PT critica as velhas oligarquias, mas seus governantes se aliam sem pudor a José Sarney, Renan Calheiros e Fernando Collor.

Ao justificar a tentativa de controle sobre rádios e TVs, o partido alega que são concessões públicas. Para jornais e revistas, o argumento risível é de que os veículos têm isenção de impostos na compra de papel.

Nenhum comentário:

Postar um comentário