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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Com 160 denúncias, polícia não acha suspeitos da morte de juíza

A Polícia do Rio divulgou, no início da noite desta terça-feira, um balanço da operação para reprimir a máfia dos caça-níqueis em São Gonçalo, região metropolitana do Estado, e checar cerca de 160 denúncias sobre o paradeiro de suspeitos envolvidos no assassinato da juíza Patrícia Acioli, 47.

Denúncias recebidas pelo Disque-Denúncia apontam o envolvimento de grupos de extermínio, milícias, máfias dos caça-níqueis e das vans no crime contra a magistrada. Apesar disso, nenhum suspeito de envolvimento no assassinato da juíza Patrícia Acioli foi preso nesta terça.

Segundo a Polícia Civil, 18 pessoas foram detidas sob acusação de contrabando de máquinas caça-níqueis. Nove delas, porém, acabaram liberadas. Além disso, 72 máquinas de jogos de azar foram apreendidas.

Os detidos foram levados para a 72ª DP (São Gonçalo). A polícia informou que a atividade ilícita é um dos braços econômicos das milícias que atuam na região.

Ainda de acordo com a polícia, uma fábrica de montagem de máquinas caça-níqueis foi fechada no início da tarde de hoje, no bairro Lindo Parque, em São Gonçalo. No local foram apreendidas 25 carcaças de máquinas caça-níqueis.

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