Sai um lulista. Entra uma dilmista. Por mais que Dilma Rousseff tenha se aproximado de Antonio Palocci durante a campanha e nestes cinco meses e sete dias de governo, ele era muito mais um nome do ex-presidente Lula do que alguém de sua inteira e completa confiança.
Sua substituta na Casa Civil, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), é uma escolha direta e pessoal de Dilma. Um nome que estava fora do radar de boa parte da cúpula petista para ocupar um posto de tanta importância como a Casa Civil. Só começou a figurar nas rodinhas reservadas de conversas nos três últimos dias.(G1)
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