Nas ruas centrais do município o movimento estava tranquilo, mas na periferia da cidade a "guerra de espadas" continuava. Os moradores soltavam as espadas normalmente, descumprindo a decisão da Justiça que considerou crime soltar os fogos.
A proibição deixou alguns moradores revoltados. “É a única coisa de diversão que nós temos. Não temos só arraiá, só essa tradição de forró não, temos a nossa queima de espadas e a queima de espadas tá no sangue”, diz o pintor Roque Gomes. (G1)
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