O Corpo de Bombeiros de Salvador não tem estrutura para apagar incêndios em prédios com mais de seis andares.
Os equipamentos de segurança são de uso coletivo, quando deveriam ser individuais. Cilindros de oxigênio estão vencidos. Apenas duas viaturas de Autobusca de Salvamento (ABS) atendem à Grande Salvador.
“Se fosse preciso, com a estrutura que temos, acho que chegaríamos até seis andares”, diz o comandante de operações de Bombeiros Militares, coronel Dalton Barbosa.
Os R$ 950 líquidos de remuneração inicial dos militares cariocas são inferiores aos cerca de R$ 1.500 pagos na Bahia.
“Mas quanto vale a nossa vida? Corremos riscos todos os dias. O ideal é equiparar os salários com outros estados e melhorar a infraestrutura”, questiona o presidente da Associação dos Praças, Soldados e Bombeiros da PM (Aspra), Marcos Prisco.
Segundo ele, a Aspra fará uma manifestação, em solidariedade aos colegas cariocas, às 14h da próxima sexta-feira, no largo do Farol da Barra. ( A Tarde)
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